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Se cair, levante-se

Posted by Aline Zamboti on 12:28 in , , , ,
"Aqueles que adotam uma forma de vida baseada na ação, que se esforçam e perseveram, conseguem transformar pensamentos e idéias em realidades. Aqueles que não encontram uma fonte de vigor e energia, quando tropeçam, retrocedem, se cansam, desanimam e… param de lutar" Osni Gomes


O Australiano Nick Vujicic, 23 anos, é um pregador. Palestrante motivacional e diretor de Vida Sem Limão. Nasceu sem os quatro membros, devido a rara doença Amelia Tetra, Vujicic teve uma vida de dificuldades e aprovações ao longo de sua infância. No entanto, ele conseguiu superar essas dificuldades e ainda iniciou a sua própria organização cristã sem fins lucrativos, Vida Sem Limão, com dezessete anos. Depois da escola, Vujicic se formou na faculdade. Deste então, ele começou suas viagens como palestrante motivacional e sua vida atraiu mais e mais a mídia de massa. Atualmente, ele dá palestras regularmente sobre assuntos tais como a deficiência, a esperança eo sentido de encontrar na vida.

Sua vida é um exemplo de esforço, força de vontade, otimismo e muita fé.

O Vídeo a baixo é inspirador e faz nos ver que cada um tem seu problema, nenhum é mais importante ou pior que o outro, mas como é preciso seguir em frente, acreditar e tentar, tentar e tentar de novo, até conseguir.




"Se cair 7 vezes, levante-se 8" Paulo Coelho



Recomendação: blog Toque de Motivação, de Osni Gomes - http://migre.me/10iws

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O tempo

Posted by Aline Zamboti on 00:41 in , ,
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o alguém da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!


Autor Desconhecido - Mas dizem que é do Mario Quintana

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Lugar Ao Sol

Posted by Aline Zamboti on 09:40
Que bom viver, como é bom sonhar
E o que ficou pra trás passou e eu não me importei
Foi até melhor, tive que pensar em algo novo que fizesse sentido

Ainda vejo o mundo com os olhos de criança
Que só quer brincar e não tanta "responsa"
Mas a vida cobra sério e realmente não dá pra fugir

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol


Um dia eu espero te reencontrar numa bem melhor
Cada um tem seu caminho, eu sei foi até melhor
Irmãos do mesmo Cristo, eu quero e não desisto

Caro pai, como é bom ter por que se orgulhar
A vida pode passar, não estou sozinho
Eu sei se eu tiver fé eu volto até a sonhar

Livre pra poder sorrir, sim
Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol

O amor é assim, é a paz de Deus em sua casa
O amor é assim, é a paz de Deus que nunca acaba

Nossas vidas, nossos sonhos têm o mesmo valor

Eu vou com você pra onde você for
Eu descobri que é azul a cor da parede da casa de Deus
E não há mais ninguém como você e eu


Charlie Brown Jr.
Composição: Marcão e Chorão


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Seja ousado

Posted by Aline Zamboti on 09:57 in , ,
Sou uma pessoa muito observadora, esta é uma de minhas características, seja em casa, no trabalho ou em qualquer outro lugar, sempre procuro observar as pessoas e aprender com elas, analiso postura, o jeito de falar, gesticular, como elas tomam as decisões, etc.

Tenho observado que ultimamente as pessoas não ousam, o que eu quero dizer com isto? As pessoas fazem as coisas das maneiras tradicionais e não usam a criatividade para fazer de maneira diferente, acho que isto tem dois motivos:

Zona de conforto: Porque fazer diferente se ninguém está me cobrando mais?;
Medo: O que irão falar de mim se não fizer da forma tradicional? Vou passar a imagem de “aparecido” e isto pode voltar contra mim.
Se eu analisar a minha carreira profissional ela está pautada por ações ousadas, ou seja, sempre tomei decisões difíceis porém sempre obtive sucesso:

Comecei minha carreira como office-boy com 14 anos, achei que estava ganhando pouco e encontrei uma outra empresa que me pagava o dobro, então deixei a empresa anterior;
Quando fiz 18 anos ainda era office boy, achava que a posição não estava adequada para a minha idade e então pedi demissão e encontrei uma posição de promotor de vendas;
Trabalhei durante 5 anos como promotor de vendas e então conversei com a empresa e consegui um cargo de vendedor;
Trabalhei por um bom tempo como vendedor e então deixei a empresa para ser supervisor de vendas em outra empresa;
Voltei para a antiga empresa ainda como supervisor de vendas porém em condições muito melhores;
Durante determinado tempo ocupei várias posições nesta empresa, o que me deu know-how suficiente para tocar uma operação na empresa em que estou hoje.
Ou seja, estou feliz, porém não pense você que estas decisões foram fáceis, foram ousadas, diria até bem ousadas.

Ousar é fazer escolhas com riscos calculados, isto não tem nada a ver com ações inconsequentes e irresponsáveis. Acredito que somente ousando é possível obter sucesso, não conheço nenhuma pessoa de sucesso que em algum momento não fez escolhas difíceis.

Você é ousado profissionalmente? Então eu lhe faço um desafio: Me diga três ações ousadas que você tomou no período de um ano.

Não é fácil, embora eu tenha obtido sucesso em minhas decisões até este momento, sei que corro riscos. De qualquer forma acho que é exatamente isto que o mercado procura, desta forma fico mais confiante, pois se por algum motivo eu errar será porque tentei fazer algo.

Existe um jargão muito conhecido que diz o seguinte: Somente não erra aquela pessoa que não faz.

Ouse, faça diferente, asseguro que dá certo, só é preciso um pouquinho de sangue frio.

Sucesso!

Alexandre Silva

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Oferece-lhe também a outra face

Posted by Aline Zamboti on 23:47 in , , ,
Hoje num programa televisivo passou o “último” capítulo da saga da “vingança” ao argentino que quebrou o braço de um dos apresentadores.

Confesso que já gostei mais do programado, mas não fui muito a favor dessa matéria.

Tudo bem, até foi engraçado, mas incentiva o ato de vingar e nos leva a pensar até que ponto a vontade de se vingar está presente em nossos dias.

Não julgo a produção do programa por ter feito tal matéria, só estou usando como exemplo porque me fez pensar.


Muitas vezes, queremos dar a volta por cima ou conquistar alguma coisa que envolve alguém que já nos prejudicou de alguma forma, e para isso, faz coisas que prejudicam terceiros. Como se não bastasse alcançar o objetivo, é preciso que alguém saia perdendo.

No caso do programa, o argentino foi um fds sim, mas vingar-se não trouxe benefícios, além dos risos na hora.

Quem nunca pensou em se vingar que atire a primeira pedra. Mas pelo menos, comece parar para pensar.

Matheus 5, 38-44
“Tendes ouvido o que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra. Se alguém te citar em justiça para tirar-te a túnica, cede-lhe também a capa. Se alguém vem obrigar-te a andar mil passos com ele, anda dois mil. Dá a quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado. Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem”.


Indicação: Blog Simples Coisas da Vida

“Assim, quando todos atiram pedras, ofereça uma flor”

“Quando todos caminham para o lado errado, mostre o passo certo”

“Quando todos estiverem chorando, dê o primeiro sorriso; não com lábios sorridentes, mas com um coração que compreenda, com braços que confortem”

“Quando a face da solidão se mostrar como única alternativa na vida de alguém, seja uma presença que conforta, ainda que uma presença silenciosa”

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Versões de mim

Posted by Aline Zamboti on 11:32 in , , ,
por Luiz Fernando Veríssimo

Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido.

Ah, se apenas tivéssemos acertado aquele número (unzinho e eu ganhava a sena acumulada), topado aquele emprego, completado aquele curso, chegado antes, chegado depois, dito sim, dito não, ido para Londrina, casado com a Doralice, feito aquele teste…

Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz – aliás, o nome do bar é Imaginário – sentou um cara do meu lado direito e se apresentou:

- Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo

E ele tem mesmo a minha idade e a minha cara. E o mesmo desconsolo.

- Por que? Sua vida não foi melhor do que a minha?

- Durante um certo tempo, foi. Cheguei a titular. Cheguei a seleção. Fiz um grande
contrato. Levava uma grande vida. Até que um dia..

- Eu sei, eu sei… disse alguém sentado ao lado dele.

Olhamos para o intrometido… Tinha a nossa idade e a nossa cara e não parecia mais feliz do que nós. Ele continuou:

- Você hesitou entre sair e não sair do gol. Não saiu, levou o único gol do jogo, caiu em desgraça, largou o futebol e foi ser um medíocre propagandista.

- Como é que você sabe?

- Eu sou você, se tivesse saído do gol. Não só peguei a bola como me mandei para o ataque com tanta perfeição que fizemos o gol da vitória. Fui considerado o herói do jogo. No jogo seguinte, hesitei entre me atirar nos pés de um atacante e não me atirar. Como era um herói, me tirei… Levei um chute na cabeça. Não pude ser mais nada. Nem propagandista. Ganho uma miséria do INSS e só faço isto: bebo e me queixo da vida. Se não tivesse ido nos pés do atacante…

Ele chutaria para fora. Quem falou foi o outro sósia nosso, ao lado dele, que em seguida se apresentou.

- Eu sou você se não tivesse ido naquela bola. Não faria diferença. Não seria gol. Minha carreira continuou. Fiquei cada vez mais famoso, e agora com fama de sortudo também. Fui vendido para o futebol europeu, por uma fábula. O primeiro goleiro brasileiro a ir jogar na Europa. Embarquei com festa no Rio…

- E o que aconteceu? perguntamos os três em uníssono.

- Lembra aquele avião da VARIG que caiu na chegada em Paris?

- Você…

- Morri com 28 anos.

- Bem que tínhamos notado sua palidez.

- Pensando bem, foi melhor não fazer aquele teste no Botafogo…

- E ter levado o chute na cabeça…

- Foi melhor, continuou, ter ido fazer o concurso para o serviço público naquele dia. Ah, se eu tivesse passado…

- Você deve estar brincando.

Disse alguém sentado a minha esquerda. Tinha a minha cara, mas parecia mais velho e desanimado.

- Quem é você?

- Eu sou você, se tivesse entrado para o serviço público.

Vi que todas as banquetas do bar à esquerda dele estavam ocupadas por versões de mim no serviço público, uma mais desiludida do que a outra. As conseqüências de anos de decisões erradas, alianças fracassadas, pequenas traições, promoções negadas e frustração. Olhei em volta. Eu lotava o bar. Todas as mesas estavam ocupadas por minhas alternativas e nenhuma parecia estar contente. Comentei com o barman que, no fim, quem estava com o melhor aspecto, ali, era eu mesmo. O barman fez que sim com a cabeça, tristemente. Só então notei que ele também tinha a minha cara, só com mais rugas.

- Quem é você? perguntei.

- Eu sou você, se tivesse casado com a Doralice.

- E..?

Ele não respondeu. Só fez um sinal, com o dedão virado para baixo…

Creio que a vida não é feita das decisões que você não toma, ou as atitudes que você não teve, mas sim, aquilo que foi feito!

Se bom ou não, penso, é melhor viver do futuro que do passado!

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Ser Mulher

Posted by Aline Zamboti on 22:18 in , ,
Nesse feriado de 9 de julho ouvi dizer que a mulher é o sexo forte, quem comanda a relação e dita as regras. Concordo que a mulher se demonstra muitas vezes ser forte. Se não for no sentido de nem ligar para a situação, fica com a imagem de chata, mas ainda assim, forte. Porém, já é mais que “sabido” que mulher é frágil, chora, sente falta, passa pelas 5 fases da aceitação (aquela aceitação de morte mas que se encaixa perfeitamente no relacionamento, 1 Negação e Isolamento, 2 Raiva, 3 Barganha, 4 Depressão e enfim, 5 Aceitação) e continua andando.

Mas o que é ser mulher?

Mulher, quando quer tem tudo o que quiser em suas mãos, e consegue fazer tudo ao mesmo tempo, consegue passar pelas quatro estações no mesmo dia sem perder a combinação, se equilibrar em cima de 10 centímetros enquanto anda nas ruas esburacadas dos subúrbios, prestando atenção ao redor, pessoas e movimentações, falando ao telefone, pensando no que precisa fazer quando chegar no trabalho, no almoço (contagem de calorias), como ajeitar a casa, como agradar o respectivo, a família, quando e onde contará tudo a amiga, em que roupa colocará no dia seguinte, enfrenta preconceitos e cantadas sem criatividade nas ruas e ainda pensar na política, economia, na sustentabilidade, na novela, entre tantos outros assuntos.

Mulher não tem um manual de explicação, enquanto diferentes são muito parecidas e sempre têm uma história para contar de um coração partido e de algum arrependimento. Quantas vezes já me perguntaram, “e dá para entender?”. Não. Nem eu que sou mulher entendo.

“Mas é preciso dizer que o "sim ou o não" sempre coube a mulher” Pedro Cardoso

Mulher é ser qualificada e não reconhecida. Sabia que, segundo uma pesquisa do IBGE feita em 2007, as mulheres são mais dedicadas, frequentam mais aulas e apenas são comparadas aos homens aos 50 anos de idade? E dá para acreditar que mesmo assim são menos reconhecidas no mercado?!

Mulher passa por muitas e aguenta mesmo quando não se há mais esperanças.

“Ser mulher...
É estar em mil lugares de uma só vez.
É fazer mil papeis ao mesmo tempo.
É ser forte e fingir que é frágil...”


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Como se fosse a última ceia por P. Fábio de Melo

Posted by Aline Zamboti on 21:07
Eu acho que a gente vive tão mal, que às vezes a gente precisa perder as pessoas pra descobrir o valor que elas têm. Às vezes as pessoas precisam morrer pra gente saber a importância que elas tinham, e isso aconteceu uma vez na minha vida.

Estava eu na minha casa, de manhã, quando recebi um telefonema dizendo que minha irmã estava morta. Minha irmã mais nova, cheia de vida... de repente não existe mais.
Fico pensando assim, que às vezes, na vida, o ensinamento mais doído seja esse: quando na vida nós já não temos mais a oportunidade de fazer alguma coisa, o inferno talvez seja isso - a impossibilidade de mudar alguma situação. E quando as pessoas morrem, já não há mais o que dizer, porque mortos não podem perdoar, mortos não podem sorrir, mortos não podem amar, nem tão pouco ouvir de nós que os amamos.

Eu me lembro que uma semana antes de minha irmã morrer, ela havia me ligado. Foi a última vez que eu falei com ela, e eu me recordo que naquele dia eu estava apressado, com muita coisa pra fazer, e fiz questão de desligar o telefone rápido. Sabe quando você fala, mas fala na correria, porque você tem muita coisa pra fazer? E foi assim... se eu soubesse que aquela seria a última oportunidade de ver minha irmã, de olhar nos olhos dela, de falar com ela, eu certamente teria esquecido toda a pressa, porque quando a vida é assim, e você sabe que é a ultima oportunidade, você não tem pressa pra mais nada. Já não há mais o que eu fazer, e essa é a beleza da última ceia de Jesus.

Não há pressa, o momento é feito para celebrar, a mística da última ceia está ali, Jesus reúne aqueles que pra ele tinha um valor especial, inclusive o traidor estava lá.

E eu descobri com isso, com a morte da minha irmã, que eu não tenho o direito de esperar amanhã pra dizer que amo, pra perdoar, para abraçar, dizer que é importante que é especial.

O amanhã eu não sei se existe, mas o agora eu sei que existe, e às vezes, na vida, nos perdemos... Eu me lembro quantas vezes na minha vida de irmão com ela, nós passávamos uma semana sem nos falarmos, porque houve uma briga, uma confusão. A gente se dava o luxo de passar uma semana sem se falar, e hoje eu não tenho mais nem 5 minutos pra conversar com alguém que foi importante, que foi parte de mim.

Não espere as pessoas morrerem, irem embora, não espere o definitivo bater na sua porta. Nós não conhecemos a vida e não sabemos o que virá amanhã. Viva como se fosse o último dia da sua história. Se hoje você tivesse que realizar a sua última ceia, porque é conhecedor que hoje é o último de sua vida, certamente você não teria tempo pra pressa. Você celebraria até o fim, e gostaria de ficar ao lado de quem você ama.
Viver o cristianismo é fazer a dinâmica da última ceia todos os dias. Viva como se fosse o último dia da sua vida; viva como se fosse a última oportunidade de amar quem você ama, de olhar nos olhos de quem pra você é especial.

E depois que minha irmã morreu, um tempo bem passado, eu descobri porque eu gostava tanto dessa música que vou cantar agora. Ela não fala de um amor que foi embora; o compositor fez para a filha que morreu em um acidente; então, fica muito mais especial cantá-la e descobrir o cristianismo que está no meio das palavras, porque é assim, quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.

“Não sei por que você se foi,
Quantas saudades eu senti,
E de tristezas vou viver,
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou a minha vida
Viveu, morreu
Na minha história;
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo
desta sombra
Em sonho vejo
este passado,
E na parede do
meu quarto
Ainda está o seu retrato.
Não quero ver pra
não lembrar,
Pensei até em
me mudar...
Lugar qualquer que
não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...”

Agora o triste da música é que a gente precisa conjugar o verbo no passado, a pessoa já morreu, já não há mais o que fazer. Mas não tem nenhum sofrimento nessa vida que passe por nós sem deixar nenhum ensinamento...
Tem que nos ensinar, não dá pra sofrer em vão. Alguma coisa a gente tem que extrair...

Extraia o sofrimento e descubra o ensinamento. Se ele algum dia me tocou e me deixou algum ensinamento, eu faço questão de partilhá-lo com você agora. Depois da morte da minha irmã eu faço questão de viver a vida como se fosse o último dia.
Já que o passado é coisa do inferno, e a gente não está no passado, muito menos no inferno, resta a possibilidade de mudar o verbo, de trazê-lo para o presente e de cantá-lo olhando para as pessoas que são especiais. Quem sabe cantando pra ela nesse momento...

Se ela está ao seu lado, se você tem algum amigo que mereça ouvir isso de você, alguém que faz diferença na sua história... Ao invés de você dizer que gostava, você diz que gosta!
Vamos mudar o verbo! Vamos amar a vida! Vamos amar as pessoas antes que elas vão embora!

E eu..
Eu gosto tanto de você! Eu gosto tanto de você!


"O diabo fica nas esquinas da vida nos mostrando o que não fizemos, ao passo que Deus, segura em nossas mãos e nos mostra o que ainda pode ser feito"

Texto escrito pelo Padre Fábio de Melo.

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Sobre xícaras

Posted by Aline Zamboti on 23:10
Não sei quem é o autor, mas muito legal... há de se pensar.

Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.

Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras - de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem. Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse:


Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seu s problemas e estresse.

Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram todos de olho nas xícaras uns dos outros.


Agora pensem nisso:

A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras.
Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida... e o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de Vida que vivemos.
Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que recebemos.
Deus coa o café, não as xícaras...
Saboreie seu café!

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Falta uma coisa

Posted by Aline Zamboti on 22:29
Imaginava (tolinha eu) que depois do dois as pessoas amadurecessem de tal forma (nem precisa ser tanto assim) que adquirissem uma coisa. Algo simples. Nada demais que todo mundo tem, ou deveria ter. Sabe quando você deixa de ser um “rebelde sem causa”? Ou melhor, um rebelde desesperado, que não conhece tempo, porque convenhamos, adolescente não sabe olhar no relógio, muito menos contar que o dia tem 24 horas, a semana 168h, e o mês então, umas 720h. Enfim, quando você aprende a ler o relógio (o relógio digital ajuda nisso) começa a entender que mesmo o mundo podendo acabar daqui 15 minutos, a maior probabilidade é de que não, de que sim, amanhã você terá que acordar cedo para ir trabalhar.

E é ai que tudo começa. Eu achava de verdade que depois que as pessoas já passassem a sentir o peso do 2 nas costas, começariam a ser menos desesperadas, menos afobadas e com um pouquinho menos de memória.

Falo isso porque (vão me matar, dizendo que puxo saco de professor, mas pior que não, é que nem a frase do grande Bob Marley, "Minha música defende a verdade. Se você é negro e está errado, você está errado. Se você é branco e está errado, você está errado. Se você é índio e está errado, você está errado. É universal") houve um caso na sala de aula. Nem tocarei no assunto detalhadamente porque eu realmente tenho medo de apanhar, ainda mais quando as pessoas são maiores que eu ahahaha. Cito esse caso, porque ele contrariou todas minhas teorias sobre o começo da maturidade. Quando falo em desespero faço referência quando as pessoas ainda acham que o mundo acabou por causa de uma pequeníssima e minúscula coisa. Mesmo que fosse do tamanho de um Chokito, gente, calma! Respirem. Inspirem. Isso. Olha só, mais oxigênio na cabeça, mas fácil de fazer assimilações com a realidade. Pareço uma velha escrevendo mas, quando exageramos certas coisas começamos a ver tudo em dobro e azul escuro (não há nenhum significado teórico por trás disso, mas explicarei). Em dobro porque as coisas acabam parecendo maiores do que são, e azul escuro porque mudam de sentido resultando num sentimento diferente (ai sim tem uma base teórica, as cores remetem a sensações, azul escuro, é considerada uma cor romântica, talvez porque lembre a cor do mar, no entanto é uma cor que se associa a uma certa falta de coragem ou monotonia, segundo o site http://olhandoacor.web.simplesnet.pt/significado_das_cores.htm).

Afobadas, como meu grande amigo Michaelis disse, é atrapalhação e pressa. Ou seja, nada na pressa sai bem. Há aqueles que só conseguem fazer a coisas sob pressão e de última hora, mas se houvesse um planejamento ou apenas um tempo para pensar antes, sairia muito melhor.

E um pouco de memória seria ótimo. Pois é, rancor é uma coisa tão forte e tão presente nas pessoas. Entendo completamente sua existência, mas há horas, na maioria delas, que a melhor coisa seria bom um pouquinho de esquecimento. Pessoas erram, pessoas aprendem, pessoas mudam. Assim, num processo vicioso e contínuo.

O que aconteceu em minha sala e a prova do professor teve falta dessa coisa que falei, o senso, o bom sendo, de ambas as partes. Novamente meu amigo Michaelis diz:
1 Faculdade de julgar, de raciocinar; entendimento. 2 Siso, juízo, tino. 3 p us Sentido, direção. S. comum: a) modo de pensar da maioria das pessoas; noções comumente admitidas pelos homens; b) Filos: sentido central de coordenação dos sentidos próprios; c) Filos: fundo imutável e espontâneo do espírito cuja forma reflexa é a razão. S. estético: faculdade de apreciar a beleza. S. íntimo: a consciência. S. moral: a consciência do bem e do mal.
Nem preciso falar, esse cara já disse muita coisa.


Para encerrar a bíblia escrita a cima, vai um pensamento..
Não é livre aquele que não obteve domínio sobre si próprio. (Pitágoras)

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